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Tomo

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2016

KULUNGWANA - 10 ANOS

Para celebrar os 10 Anos da Kulungwana terá lugar no dia 1 de Dezembro, pelas 18 horas, na Galeria Kulungwana, sita na Estação Central dos CFM, a inauguração da exposição “Kulungwana – 10 Anos” e uma homenagem aos patrocinadores e colaboradores que ao longo dos anos têm apoiado a Kulungwana. A exposição reúne obras de artistas plásticos que, ao longo da existência da associação, participaram em exposições e outras iniciativas culturais realizadas pela Kulungwana.

A KULUNGWANA – ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO CULTURAL foi formalmente constituída em Maio de 2006, tendo como objectivos gerais a divulgação do conceito “Cultura” em todas as suas vertentes, dirigindo a sua acção à protecção e divulgação da cultura moçambicana a nível nacional e internacional. Dois anos mais tarde, em 2008, a KULINGWANA abriu a sua galeria na Estação Central dos CFM, em Maputo, com o objectivo de promover e divulgar a produção artística nacional e estrangeira.

Nos dez anos da sua existência, a KULUNGWANA realizou mais de 300 eventos culturais, entre exposições de artes plásticas, com a presença de artistas nacionais e estrangeiros, concertos de música clássica, edições de carácter cultural, constituição de uma orquestra juvenil, promoção de intercâmbios culturais e promoção de parcerias com outras associações culturais, tanto na cidade de Maputo, como em outras capitais provinciais e mesmo além fronteiras. A KULUNGWANA tornou-se assim num interveniente activo na vida cultural nacional, ao promover os artistas moçambicanos, estimulando o melhor da criatividade nacional. Para a realização de todas estas actividades, a KULUNGWANA contou sempre com o apoio e a disponibilidade de patrocinadores, tanto ao nível da iniciativa privada como entre as representações diplomáticas acreditadas no país.

Para assinalar esta importante efeméride, a KULUNGWANA organiza um conjunto de eventos, de que se destaca uma exposição colectiva de artes plásticas, onde estarão presentes um grupo amplamente representativo de artistas que ao longo deste período tem participado nas diversas iniciativas da associação, tornando-se esta também num momento privilegiado de convívio entre artistas, patrocinadores e o público que tem estado sempre presente nas suas actividades.

Na mesma ocasião será ainda lançada uma serigrafia assinada, em tiragem limitada, do artista plástico Silvério Sitoe, alusiva aos 10 anos da Kulungwana.

No dia 2 de Dezembro as 19h30 no Teatro Scala haverá um concerto (entrada livre) da Orquestra e Coro Xiquitsi.

Nesta efeméride a Kulungwana recorda com saudade o seu membro fundador e primeiro Presidente da Assembleia Geral, o Mestre Malangatana.

Para celebrar os 10 Anos da Kulungwana terá lugar no dia 1 de Dezembro, pelas 18 horas, na Galeria Kulungwana, sita na Estação Central dos CFM, a inauguração da exposição “Kulungwana – 10 Anos” e uma homenagem aos patrocinadores e colaboradores que ao longo dos anos têm apoiado a Kulungwana. A exposição reúne obras de artistas plásticos que, ao longo da existência da associação, participaram em exposições e outras iniciativas culturais realizadas pela Kulungwana.

A KULUNGWANA – ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO CULTURAL foi formalmente constituída em Maio de 2006, tendo como objectivos gerais a divulgação do conceito “Cultura” em todas as suas vertentes, dirigindo a sua acção à protecção e divulgação da cultura moçambicana a nível nacional e internacional. Dois anos mais tarde, em 2008, a KULINGWANA abriu a sua galeria na Estação Central dos CFM, em Maputo, com o objectivo de promover e divulgar a produção artística nacional e estrangeira.

Nos dez anos da sua existência, a KULUNGWANA realizou mais de 300 eventos culturais, entre exposições de artes plásticas, com a presença de artistas nacionais e estrangeiros, concertos de música clássica, edições de carácter cultural, constituição de uma orquestra juvenil, promoção de intercâmbios culturais e promoção de parcerias com outras associações culturais, tanto na cidade de Maputo, como em outras capitais provinciais e mesmo além fronteiras. A KULUNGWANA tornou-se assim num interveniente activo na vida cultural nacional, ao promover os artistas moçambicanos, estimulando o melhor da criatividade nacional. Para a realização de todas estas actividades, a KULUNGWANA contou sempre com o apoio e a disponibilidade de patrocinadores, tanto ao nível da iniciativa privada como entre as representações diplomáticas acreditadas no país.

Para assinalar esta importante efeméride, a KULUNGWANA organiza um conjunto de eventos, de que se destaca uma exposição colectiva de artes plásticas, onde estarão presentes um grupo amplamente representativo de artistas que ao longo deste período tem participado nas diversas iniciativas da associação, tornando-se esta também num momento privilegiado de convívio entre artistas, patrocinadores e o público que tem estado sempre presente nas suas actividades.

Na mesma ocasião será ainda lançada uma serigrafia assinada, em tiragem limitada, do artista plástico Silvério Sitoe, alusiva aos 10 anos da Kulungwana.

No dia 2 de Dezembro as 19h30 no Teatro Scala haverá um concerto (entrada livre) da Orquestra e Coro Xiquitsi.

Nesta efeméride a Kulungwana recorda com saudade o seu membro fundador e primeiro Presidente da Assembleia Geral, o Mestre Malangatana.

Para celebrar os 10 Anos da Kulungwana terá lugar no dia 1 de Dezembro, pelas 18 horas, na Galeria Kulungwana, sita na Estação Central dos CFM, a inauguração da exposição “Kulungwana – 10 Anos” e uma homenagem aos patrocinadores e colaboradores que ao longo dos anos têm apoiado a Kulungwana. A exposição reúne obras de artistas plásticos que, ao longo da existência da associação, participaram em exposições e outras iniciativas culturais realizadas pela Kulungwana.

A KULUNGWANA – ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO CULTURAL foi formalmente constituída em Maio de 2006, tendo como objectivos gerais a divulgação do conceito “Cultura” em todas as suas vertentes, dirigindo a sua acção à protecção e divulgação da cultura moçambicana a nível nacional e internacional. Dois anos mais tarde, em 2008, a KULINGWANA abriu a sua galeria na Estação Central dos CFM, em Maputo, com o objectivo de promover e divulgar a produção artística nacional e estrangeira.

Nos dez anos da sua existência, a KULUNGWANA realizou mais de 300 eventos culturais, entre exposições de artes plásticas, com a presença de artistas nacionais e estrangeiros, concertos de música clássica, edições de carácter cultural, constituição de uma orquestra juvenil, promoção de intercâmbios culturais e promoção de parcerias com outras associações culturais, tanto na cidade de Maputo, como em outras capitais provinciais e mesmo além fronteiras. A KULUNGWANA tornou-se assim num interveniente activo na vida cultural nacional, ao promover os artistas moçambicanos, estimulando o melhor da criatividade nacional. Para a realização de todas estas actividades, a KULUNGWANA contou sempre com o apoio e a disponibilidade de patrocinadores, tanto ao nível da iniciativa privada como entre as representações diplomáticas acreditadas no país.

Para assinalar esta importante efeméride, a KULUNGWANA organiza um conjunto de eventos, de que se destaca uma exposição colectiva de artes plásticas, onde estarão presentes um grupo amplamente representativo de artistas que ao longo deste período tem participado nas diversas iniciativas da associação, tornando-se esta também num momento privilegiado de convívio entre artistas, patrocinadores e o público que tem estado sempre presente nas suas actividades.

Na mesma ocasião será ainda lançada uma serigrafia assinada, em tiragem limitada, do artista plástico Silvério Sitoe, alusiva aos 10 anos da Kulungwana.

No dia 2 de Dezembro as 19h30 no Teatro Scala haverá um concerto (entrada livre) da Orquestra e Coro Xiquitsi.

Nesta efeméride a Kulungwana recorda com saudade o seu membro fundador e primeiro Presidente da Assembleia Geral, o Mestre Malangatana.

New articleE “METAIS E CONCEITO”

A Associação Kulungwana vai acolher na sua sala de exposição, sita na Estação Ferroviária de Maputo, a exposição individual do artista Manuel F. Bata – Metais e Conceito – a decorrer entre 3 e 24 de Novembro de 2016.

 

A exposição individual do artista plástico Manuel Fernandes Bata, “Metais e Conceito”, na Kulungwana, realiza-se exactamente vinte anos depois da sua última individual em Maputo, permitindo a (re)descoberta dum artista com mais de 30 anos de carreira e a cumprir, no próximo ano, 50 anos de idade.

 

Manuel F. Bata iniciou a sua actividade na década de 80 do século passado, ao lado de um importante leque de outros escultores. Neste período, em que, pela primeira vez, após a independência nacional, os artistas locais puderem tornar visível a sua produção, recorrendo às salas dos centros culturais e da única galeria comercial existente na cidade, Bata viria rapidamente a ser reconhecido como um dos nomes mais promissores da nova geração de escultores moçambicanos. A confirmá-lo estão importantes prémios que o mesmo viria a receber desde o início da década de 90, como o 1º. Prémio da IIIª. Exposição do Banco do Fomento e Exterior (1991); 1º. Prémio, Exposição Colectiva Anual, Museu Nacional de Arte (1991); 2º. Prémio (Escultura), Bienal TDM'93, Maputo (1993); 1º. Prémio, Petromoc, Concurso Nacional de Artes Plásticas (1995); 1º. Prémio da Bienal TDM (1995); Prémio FUNDAC-Alberto Chissano (Prémio Consagração/Escultura) (2001); 2º Prémio (Escultura, Cerâmica, Instalação e Objeto) II Concurso de Belas Artes do Banco de Moçambique (2013).

 

O artista, que se tornou conhecido pela sua actividade como escultor, usando preferencialmente a madeira como seu material de trabalho, inspirado nas velhas práticas ancestrais, viria, a partir do início desta última década, a usar igualmente o metal, juntamente com a madeira, ou apenas o ferro, nas suas esculturas, como ocorreu em 2013, numa exposição em que participou igualmente o escultor Gonçalo Mabunda.

 

Sobre as obras apresentadas neste individual, Ulisses Oviedo, curador da mesma, afirma que se assiste “à síntese e conjugações de pequenos objectos, fragmentos de metais que atingem o máximo das suas formas; assistimos ao aparecimento de esculturas que se vêem por dentro e por for a, intrínseca e extrínsecamente; assistimos a um momento importante na obra deste artista na sua vertente metálica, materia-prima pouco utilizada, da qual se tem servido para a feitura do seu discurso plástico”.

Exposição colectiva “Azul e Branco”

A colagrafia é uma técnica relativamente recente, atribuindo-se a criação do termo ao artista americano Glen Alps (1914-1996). Já nos finais dos anos 50, numerosos artistas experimentavam associar colagens e outras formas de adesivo a outras técnicas.

 

Esta é considerada uma técnica aditiva, na medida em que os artistas adicionam material a uma chapa ou placa que se pretende empregar como base da matriz, como o papelão, o contraplacado ou a madeira prensada, ao qual são colados pedaços de tecidos, folhas, papel ou quaisquer outros produtos para obter as texturas desejadas. Tinta ou pigmento é usada na colagem resultante e a placa é utilizada para imprimir em papel ou outro material usado numa prensa de impressão ou com ferramentas manuais. Existem vários métodos para aplicação da tinta, e a imprensa pode ser ou não usada.

 

A flexibilidade da técnica, o baixo preço e disponibilidade dos materiais, e a facilidade com que uma placa pode ser construída, tornaram-na uma opção viável por muitos gravadores.

 

Em Moçambique, a grande divulgadora desta técnica é, sem dúvida, a artista Carmen Muianga. Ela tem estado à frente de algumas das iniciativas realizadas e participado noutras que se realizaram no país. Assim, orientou um primeiro workshop no Núcleo de Arte (na realidade na casa de Victor Sousa), a que se seguiu a sua participação numa colectiva – Memórias II -, em 2012, que teve a participação dos professores da Escola Nacional de Artes Visuais, na Fortaleza de Maputo, a que se seguiu uma individual – Rapsódia Urbana –, na Galeria Kulungwana, em 2015.

 

A presente exposição é o resultado de um workshop organizado pela Kulungwana em parceria com a Escola Nacional de Artes Visuais (ENAV), que decorreu durante duas semanas, entre 27 de Junho e 8 de Julho de 2016, naquela escola. Nele participaram artistas que colaboram regularmente com a Kulungwana, professores e alunos da ENAV e mulheres artistas do Núcleo de Arte – Alberto Ivan, Biafro Nhagumbe, Calisto Fernando Nequane, Chocate (Chocate Aly Amido), Eneas Mapfala, João Timane, Lica Sebastião e Sílvia Bragança..

CRETINA | Inês Moura

CRETINA é o nome atribuído por Inês Moura a uma ocupação de prática conceptual de fotografia, publicada via Instagram e http://c-r-e--t--i-n-a.tumblr.com/. Inês Moura é arquitecta e designer de mobiliário e esta será a sua primeira apresentação individual como artista. Cretina (auto)retrata situações do seu quotidiano de forma metafórica e frequentemente irónica, mediante uma vertente crítica. Crítica maioritariamente social. Expressa por imagens o que assume não conseguir verbalizar. É através da sua expressão corporal que dá sentido à interpretação que pretende.

Paralelamente à exposição, irão realizar-se um workshop para 15 participantes e dois debates com temas distintos:

WORKSHOP - 26 de Agosto e 1 de Setembro - 14.30-17h – Galeria Kulungwana

“O auto-retrato como veículo de crítica social”

No âmbito da exposição “CRETINA - por Inês Moura” que estará patente no espaço da Kulungwana de 25 de Agosto a 24 de Setembro de 2106, irá realizar-se um workshop intitulado “O auto-retrato como veículo de crítica social”, composto por 2 sessões. O workshop será direcionado a estudantes, artistas e outros interessados em explorar o tema proposto, no âmbito da fotografia como meio de expressão. Na primeira sessão do workshop, a artista irá partilhar o seu percurso, as características do seu trabalho e propor a colaboração dos participantes. Na seguinte sessão de trabalhos, pretende-se que os participantes apresentem e discutam as respectivas propostas com a artista.

DEBATES – 30 e 31 de Agosto - 18.00h – Cine-teatro Scala

DEBATE 1 - “As redes sociais na contemporaneidade”

A primeira sessão de debates, intitulada “As redes sociais na contemporaneidade” irá realizar-se no dia 30 de Agosto. Serão participantes nesta sessão Inês Moura, Alexandre Coelho, Vasco Manhiça e Rui Trindade, com moderação de Mariana Camarate, curadora da exposição. Pretendem-se explorar temas relacionados com as plataformas online e redes sociais como veículo de dinamização do trabalho de arte e artistas, como meios possíveis de crítica, sua longevidade e facilidade de acesso. Que mudanças trouxeram aos dias que vivemos? Qual o seu papel na contemporaneidade?

A sessão será aberta a todo o público interessado.

DEBATE 2 – “O auto-retrato e a representação do eu”

A segunda sessão de debates, intitulada “O auto-retrato e a representação do eu” irá realizar-se no dia 31 de Agosto. Serão participantes desta sessão Inês Moura, Jorge Dias, João Graça e Panaibra Gabriel, com moderação de Mariana Camarate, curadora da exposição. Neste debate serão discutidos temas relacionados com o auto-retrato no trabalho de artistas, mais focado no meio da fotografia e nas possíveis associações relacionadas. A encenação, representação do eu, o personagem inerente, a performance.

A sessão será aberta a todo o público interessado.

Biografia de Inês Moura

Inês Constante Moura, 1982, Portugal
Em Lisboa é arquitecta freelancer, trabalha o espaço, a luz e pensa as vidas e os movimentos das pessoas.
Gosta de música, gosta de olhar quem vai a passar, gosta de preto e cores sólidas, filmes, pormenores trabalhados, sentir conforto e de olhar para tudo o que existe através da estética.
Não separa a vida do trabalho, são o mesmo tempo.
Arquitectura e desenho de mobiliário, é o que mais gosta de fazer.

Para consultar experiência profissional - http://cargocollective.com/ines-moura/Bio

"Vida Suburbana" 2a exposição individual de Pinto Zulo

7 de Julho a 18 de Agosto de 2016

Pinto Zulo (Pinto José Zulo) é um jovem artista de 30 anos, natural de Maputo, originário emblemático bairro da Mafalala, alfobre de muitos outros artistas e atletas moçambicanos. Ingressou na Escola Nacional de Artes Visuais, onde se formou em Artes Gráficas, onde desde cedo revelou o seu talento e entusiasmo por diversas manifestações artísticas.

 

Este entusiasmo e a sua vontade de aprender levaram-no a trabalhar com artistas consagrados, como é o caso de Malangatana, Naguib, Noel Langa, Raimundo Macaringue, e artistas internacionais como foi a experiência com um dos maiores cartoonistas africanos radicado em Paris (França), Pat Mansioni, participando ainda em importantes projectos e realizações de intercâmbio cultural, destacando-se o UMOJA-CFC, que abrange jovens talentos da África do Sul, Zimbabwe, Tanzania, Quénia, Etiópia, Uganda, Noruega e Moçambique.

 

O seu percurso artistico iniciar-se-ia na primeira década de 2000, quando começa a participar em algumas exposições colectivas, vindo a realizar a sua primeira individual (O Baú de Pinto Zulo), no ano passado. Neste percurso necessáriamente breve, o artista viria a ver confirmado com o seu talento com a distinção em vários concursos locais, com o 1º Prémio na criação do cartaz – “Primeiro de Junho” financiado pela Cooperação Italiana, em 2001; 2º Prémio na criação do logotipo das Águas de Maputo – “Saneamento é dignidade e é saúde” e Menção Honrosa de Conto e Banda Desenhada “Infância” no Instituto Camões (Centro Cultural Português), em 2005; 1º Prémio Nacional de Conto e Banda Desenhada – Positivo e Negativo (Centro Cultural Português, 2007).

 

Pinto Zulo tem-se dedicado fundamentalmente à aguarela pois, segundo ele, “é uma técnica que requer muita atenção e, por ser difícil, é muito pouco usada em Moçambique. Mesmo em trabalhos em acrílico e óleo é possível detectar um traço de aguarela. A mão foge-me sempre para aí”. Para Victor Sala, professor e conhecedor da obra do artista, esta é caracterizada desde sempre pela forte exploração da cor e textura, sugerindo uma constante tentativa de preservar as suas raízes. Na verdade, os grandes motivos que o inspiram são as cenas do quotidiano do bairro que o viu nascer: mulheres, casas e brincadeiras infantis são os temas preferencialmente retratados. “Tive a sorte de nascer e crescer no bairro mais rico em termos cromáticos da capital”, refere Zulo Pinto.